Caros,
repleto de orgulho, lhes informo que já está disponível para
venda meu primeiro livro digital “A História da Operação Boitatá e a Serpente
de Um Milhão de Dólares – O Brasil na Rota do Tráfico Internacional de Animais
Silvestres”.
Humildemente espero estar contribuindo com mais um passo para
a tão sonhada “Libertação Animal” de Peter Singer.
Até amanhã (09out2013) a versão em inglês também estará
disponível. (“The story of Boitatá
Operation and the One Million Dollar Snake – Brazil on the International
Wildlife Trafficking Route” – Tradução: Alexandra Robaina.)
Leiam, avaliem, comentem, divulguem.
Forte abraço a todos.
Carlos Magno Abreu, o Batata
ibamacarlos.abreu@gmail.com
http://somosunsbossais.blogspot.com.br
Dedico esse livro a todos os animais silvestres que foram
violentamente retirados da natureza e tiveram suas vidas modificadas para
sempre.
E a todos os animais domésticos que são diariamente
maltratados ou abandonados pelas ruas de todo o mundo.
Que seus algozes e protetores tenham em dobro tudo o que
fizeram, e ainda fazem, a todos.
Prefácio
No domingo, dia 06/10/2013, foi ao ar no Fantástico uma
reportagem sobre uma cobra rara, como o valor estimado de um milhão de dólares
(US$1.000.000,00), que teria sido roubada do Brasil e levada ilegalmente para
os Estados Unidos pelo americano Jeremy Stone. A reportagem dura
aproximadamente 5 minutos e apresenta as conclusões de uma investigação de
2 anos, iniciada a partir das provas apresentadas pelo analista ambiental do
IBAMA, Carlos Magno Abreu.
A matéria exibida com exclusividade pelo Fantástico (Rede
Globo) é um dos desdobramentos dessa operação espetacular, cujo início casual,
as reviravoltas inusitadas, o alcance internacional e o desfecho bem-sucedido
são contados no livro “A História da
Operação Boitatá e a serpente de Um Milhão de Dólares” e, face à
abrangência mundial, também disponível em inglês. Como idealizador da Operação
Boitatá e principal fonte dos dados exibidos pelo programa, Carlos Magno, em
seu livro, conta com propriedade todos os detalhes ainda inéditos sobre a
investigação.
De sua casa, Carlos Magno reuniu, de forma cinematográfica,
todas as provas necessárias para formalizar a denúncia que deu origem à
investigação da Polícia Federal. O mais interessante é que, ao contrário das
recentes espionagens de dados brasileiros pelo governo americano, tudo foi
descoberto a partir de informações disponíveis na internet, sem qualquer
invasão ou quebra de sigilo, num trabalho de muita pesquisa e determinação do
analista do IBAMA.
A personalidade espirituosa e contundente do analista
ambiental, conhecido por amigos e colegas de profissão como Batata, confere ao
livro um tom ao mesmo tempo descontraído e incisivo, bem parecido com a
personalidade do autor. Como bom conversador, Batata narra a história como um
bate-papo, buscando desfazer algumas crenças arraigadas em nossa cultura ao
trazer o tema complexo do tráfico de animais para as conversas do dia a dia,
para as salas de aula e até mesmo para a mesa do bar.
Alexandra Robaina
(Tradutora)
Ao contar a história da Operação Boitatá, este livro expõe
a opinião pessoal do autor sobre o cativeiro de animais silvestres, forjada por
uma década de trabalho como analista ambiental do IBAMA, após diversas operações
em vários estados do Brasil, a maioria delas de combate ao cativeiro ilegal e
ao tráfico de animais silvestres, tendo como ápice, a Operação Boitatá, da
qual foi o principal idealizador.
A idéia inicial surgiu como uma entrevista hipotética
feita por um repórter interessado no assunto, mas sem o tempo limitado da mídia
televisiva e o espaço restrito da mídia impressa, pois devido à complexidade do
tema, que envolve questões de cunho legal, cultural, pessoal, ético e até mesmo
filosófico, o assunto requer muito mais tempo e espaço que o normalmente
disponibilizado pela mídia, para ser minimamente entendido e posteriormente
debatido, de maneira crítica e bem informada, por toda a sociedade brasileira,
de modo que este texto tem a grande pretensão de trazer o assunto para as salas
de aula de escolas e universidades, para os corredores das empresas, para a
hora do jantar e até mesmo para a mesa de bar.
Embora seja um assunto que alcança grande interesse sempre
que abordado, com opiniões contundentes, legitimas e muitas vezes antagônicas,
o mesmo tem sido tratado de forma apaixonada pelos lados opostos, mas sem muita
informação do que ocorre no dia a dia, o que agora se pretende minimizar,
tirando-o da toca e mostrando a verdadeira “cara do monstro”,
a face mais perversa deste pretenso hábito cultural brasileiro, ou melhor
dizendo, humano, de manter em cativeiro seres vivos inocentes por motivos que
sequer chegam a ser minimamente razoáveis, acobertados pela tênue proteção que
se trata de um hábito cultural. Um verdadeiro e atual “Retrato de Dorian Gray”. Espera-se que, qual o personagem do
livro de Oscar Wilde, nossa sociedade
se choque ao vislumbrar a forma horripilante que tal conduta realmente tem ao
invés da aparente inocência do “louro da vovó” ou do “macaquinho do vizinho”.
As informações aqui apresentadas têm como objetivo
principal trazer o assunto à tona e promover um necessário e urgente debate
crítico e embasado sobre a forma como nossa sociedade tem, romântica e
equivocadamente, encarado o cativeiro de animais silvestres, assim como
minimizado as calamitosas conseqüências deste hábito. Que tal debate sirva para
promover as necessárias mudanças de hábitos culturais e de valores éticos,
visando única e exclusivamente à preservação da biodiversidade brasileira e,
por conseguinte, a manutenção da qualidade ambiental para as presentes e
futuras gerações, como claramente determina, de forma quase utópica, o
artigo 225 da Constituição Federal da República Federativa do Brasil.
E torçamos para que o Boitatá não nos alcance, pois somos
todos vitimas e todos culpados.
Carlos Magno Abreu, o Batata.
ibamacarlos.abreu@gmail.com
http://somosunsbossais.blogspot.com.br

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